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Viva o 8 de Março Dia Internacional da Mulher

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Viva o 8 de Março Dia Internacional da Mulher!
Companheiras e companheiros

O dia 8 de Março, Dia Internacional da Mulher é comemorado no Brasil e no mundo como uma data importante para a luta das mulheres contra toda forma de discriminação, pela igualdade de direitos e pela ampliação da sua participação política e social em todos os níveis, pela solidariedade entre os povos e a independência das nações.
Em outubro desse ano, acontecerão as eleições para Presidente da República, governadores, deputados e senadores. Momento de suma importância para definirmos os rumos da vida nacional, o futuro que queremos para os milhões de brasileiros, filhas e filhos de nossa grande nação. Momento em que a participação feminina é ainda mais decisiva e fundamental.
Vivemos dias difíceis. O Brasil parou de crescer. Quando elegemos Lula o país avançou, saiu da estagnação. Em seguida elegemos Dilma para continuar a avançar, para levar adiante as conquistas que os trabalhadores e o povo obtiveram durante o governo Lula, mas não foi o que aconteceu. O Brasil andou para trás. Nossa economia retrocedeu ao baixo nível de expansão da nefasta era FHC. Passamos de um crescimento de 7,5% no último ano do governo Lula para 2,7% em 2011, menos de 1% em 2012 e 2,3% em 2013, a previsão é crescer em 2014 pífios 1,7%. 
Os juros, que Dilma havia prometido baixar, voltaram a ser os mais altos do mundo. A presidente não honrou os compromissos que assumiu com as mulheres, com os trabalhadores e o povo durante sua campanha em 2010, não ouviu a voz das ruas, não priorizou os interesses nacionais e o bem estar da população.
Os apagões voltaram e se quisermos que parem de acontecer teremos que pagar mais caro a conta de luz, disse o Ministro das Minas e Energias. 
As privatizações de portos, aeroportos, rodovias e ferrovias voltaram a ser feitas com o novo nome de “concessões”. O petróleo do pré-sal foi entregue à Shell e à Total, empresas multinacionais que fazem parte do cartel do petróleo, em detrimento dos interesses da Petrobrás e do Brasil.
Submetendo-se aos ditames dos monopólios, o governo tem realizado sucessivos cortes nos orçamentos reduzindo os investimentos públicos em saúde, educação, creches, habitação popular, segurança, transporte e em tudo que represente o crescimento do país. 
A política de valorização do salário mínimo foi esvaziada. 
A indústria recuou. O emprego industrial caiu, dificultando o acesso da mulher ao mercado de trabalho mais qualificado e com melhores salários. O BNDES que deveria ser o agente de uma política de fortalecimento da indústria brasileira prioriza a concessão de créditos para as empresas estrangeiras. Persiste a desigualdade nos salários entre homens e mulheres, mesmo que ambos exerçam as mesmas funções. 
A política de desonerações do governo só tem favorecido as multinacionais, que não repassam aos preços de seus produtos os valores que recebem sob a forma de desoneração. 
O governo manobrou para que o Senado não votasse o PLC 99/2013 que reduz o indexador das dívidas dos Estados e Municípios depois de ter assumido um acordo com governadores e prefeitos deixando-os de mãos atadas. Nem mesmo os pequenos projetos do Ministério da Mulher escaparam do facão do Ministro Mantega em seu afã para engordar o superávit primário, dinheiro que vai diretamente para os bancos, especialmente os bancos estrangeiros, setor que mais lucrou durante o governo Dilma.
O Brasil foi escancarado para o capital externo; nunca antes tantas empresas brasileiras foram desnacionalizadas, fazendo com que cada vez mais cresçam as remessas de lucros das multinacionais para suas matrizes em outros países. Nos últimos 12 meses, as contas externas acumulam déficit de US$ 81,6 bilhões (3,67% do PIB).

O Brasil precisa voltar a crescer. E esses três anos de governo já demonstraram que sob comando de Dilma e sua política de juros altos, corte do investimento público e desnacionalização da economia isso não ocorrerá.Ė hora de mudar! E o que representa a mudança hoje no Brasil é a ampla frente que está se constituindo em ritmo acelerado em torno do governador Eduardo Campos e da senadora Marina Silva.
Participar dessa frente, fortalecê-la, apoiá-la nas disputas eleitorais que se darão em todos os níveis é o principal meio que as mulheres brasileiras têm à sua disposição para construir um futuro melhor para si e suas famílias.
E vamos aproveitar essas eleições para avançar também na superação da situação que condena o nosso país ao 156º lugar no mundo em relação à participação de mulheres no Parlamento. No Brasil apenas 9% dos deputados são mulheres. Estaremos vigilantes para que os partidos políticos cumpram a lei que determina que 30% dos candidatos nas chapas ao legislativo sejam mulheres. Mas estamos cientes de que isso não garante que essas mulheres sejam eleitas. Ė preciso mais, e o período eleitoral é um excelente momento para debatermos propostas que levem o país a superar, de fato, essa realidade.

Viva o 8 de Março, Dia Internacional da Mulher!
Com Eduardo e Marina para o Brasil voltar a crescer!
Pela ampliação da participação feminina no Legislativo!

ROSANITA CAMPOS
Vice-presidente Nacional do Partido Pátria Livre
e Secretária Nacional da Mulher do PPL

São Paulo, 8 de março de 2014.

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