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Vitória sobre a barbárie nazista é celebrada na Praça Vermelha

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Além de comemorarem a derrota nazista, as manifestações e paradas populares deste ano se configuraram em um contudente repúdio ao golpe ucraniano apoiado pela CIA

Com os maiores e mais vibrantes desfiles militares e manifestações populares dos últimos anos, a Rússia comemorou, na sexta-feira, o Dia da Vitória sobre a Alemanha nazista, que encerrou a Segunda Guerra Mundial.

Ao tempo em que comemoravam a vitória sobre a barbárie, ocorrida há 69 anos, as celebrações foram uma contundente resposta ao golpe arquitetado pela CIA que guindou os nazistas ao poder em Kiev e um firme apoio aos que a ele resistem na Crimeia, já reunificada à Federação Russa, assim como à resistência ao tacão fascista em Slavaiansk, Donetsk, Lugansk e muitas outras cidades ucranianas.

Em 9 de maio de 1945, Hitler capitulou deixando um rastro de morte e barbárie, enquanto que a bandeira vermelha com o escudo da foice e martelo tremulou sobre o Reichstag, em Berlim. Na União Soviética, que foi a principal responsável pela derrota do nazi-fascismo, sustentando com sacrifícios inauditos o combate às tropas fascistas, a invasão do III Reich deixou cerca de 27 milhões de mortos.

A Grande Guerra Patriótica foi vencida pelo Exército Vermelho, pelo povo inteiro, entrincheirado nas ruas e casas, nos campos, na frente e nas operações de retaguarda, sob o comando de Josef Stalin dirigente do Partido Comunista da URSS.

Em Moscou, onde ocorreu a principal comemoração, sob o som do Hino da URSS e dos sinos do Kremlin, os primeiros em sair à Praça Vermelha foram os embandeirados do Batalhão da Guarda de Honra composta por integrantes do três corpos das Forças Armadas: Exército, Forças Aéreas e Marinha de Guerra. Este ano, o desfile contou com a participação de mais de 11.000 militares e de cerca de 150 unidades em armas e de equipamentos militares, 50 mais que o ano passado.

O presidente russo, Vladimir Putin, felicitou os veteranos e todos os habitantes do país pela heroica vitória e afirmou: “A Rússia venceu a Segunda Guerra Mundial à custa de milhões de vítimas. Devemos ser dignos das façanhas de nossos pais, avós e bisavós. A vontade de ferro do povo soviético, sua coragem e estoicismo salvaram a Europa da escravidão.”

Na Praça Vermelha também estavam presentes os estudantes de diversos colégios e escolas militares do país, com milhares de bandeiras da Rússia e assim como as vermelhas com a foice e o martelo, da URSS. A parada militar contou com a passagem de tanques de guerra, exposição de pesados armamentos e sobrevôo de jatos militares, além da presença das tropas de foguetes estratégicos, assim como das unidades de proteção anti-nuclear, química e anti-biológica.

Foi uma demonstração de força e organização.

O presidente russo lembrou a decisiva batalha de Stalingrado, a ruptura do assédio a Leningrado e referiu-se ainda à batalha de Sebastopol, porto do mar Negro situado na península da Crimeia, que reintegrou-se à Rússia no passado 21 de março e para onde o dirigente dirigiu-se alguns minutos depois.

Putin concluiu assegurando à multidão de veteranos da guerra que aqueles que derrotaram o fascismo não serão traídos — num claro recado aos representantes da extrema-direita que age na Ucrânia a favor das levianas pretensões hegemonistas norte-americanas.

Em todas as cidades russas e das outras ex-Repúblicas que integravam a URSS houve desfiles e atos que comemoraram o fim da Segunda Guerra.

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